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  • The Woman in the Window

    The Woman in the Window

    This review may contain spoilers. I can handle the truth.

    Salto vertiginoso num breu salpicado por partículas. Estrelas? Flocos de neve? É cedo para que essa imagem se revele por completo. Mas o olho que se abre a seguir indica que se tratava de um sonho ou lembrança, uma imagem mental. Agora, no contracampo físico, uma sala se estende diante do olhar recém-desperto de Anna Fox (Amy Adams). No limiar desse cômodo, duas grandes janelas – olhos de uma casa – revelam pouco do exterior, pois a vista é obstaculizada…

  • Nomadland

    Nomadland

    [...] Entre luscos-fuscos, Fern carrega batatas, fritas batatas, limpa bosta, trabalha na Amazon. Trabalha numa “Empire”, depois de morar em Empire, ironia dessa cidadela-fantasma, cuja vista sempre deu a lugar nenhum. Noutra cidade, passa diante do cinema que anuncia o apocalipse em letras garrafais: “The Avengers”. Sozinha, toma Coca-cola num plano-cópia mal acabada de Hooper.

    Reencontra Davie, que tem diverticulite, assim como Swankie tinha câncer. Fern envelhece sob uma palidez que reflete as cores do céu. É uma fantasmagoria entre…

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  • To the Ends of the Earth

    To the Ends of the Earth

    ★★★★★

    This review may contain spoilers. I can handle the truth.

    Em “O Fim da viagem, o começo de tudo”, a repórter japonesa Yoko (Atsuko Maeda) e sua equipe televisiva percorrem o Uzbequistão produzindo um documentário. A certa altura, o intérprete Temur (Adiz Rajabov) tenta convencê-los a gravar no teatro Navoi, e confessa que o lugar o levara ao estudo do japonês e, consequentemente, ao encontro da profissão. Temur explica: as paredes do teatro foram esculpidas por soldados japoneses, aprisionados na 2ª Guerra. Completa que, ao conhecer essa história, passou não…

  • Ad Astra

    Ad Astra

    ★★★★★

    This review may contain spoilers. I can handle the truth.

    "Ad Astra" me parece ser o eco imediato do filme anterior de James Gray, "Z - A Cidade Perdida". Há ali um conflito entre pai e filho, mas, desta vez, o foco narrativo está no filho. É um conflito bastante simples: Gray, novamente, apresenta o pai como figura traumática, pois a paternidade é relegada em prol de uma certa masculinidade exploratória, que só vê valor nos filhos quando estes podem integrar as expedições, as aventuras. Em "Z", ia-se às profundezas…