Ganga Bruta

Ganga Bruta ★★★★★

Revi esse filme na Cinemateca antes da pandemia. Achei essas três notas num caderno.

1. Último restauro foi feito em 1987. Já é hora de fazer um novo.

2. Tudo no filme é sátira: do folhetim ao desenvolvimento industrial pândego, passando pelo tosco senso de orgulho do homem brasileiro.

3. O protagonista é perfeito: tem tudo o que quer e todas as chances para aprender e não aprende nada.

Adendo:

"[...]
b) Mauro não entende como se gasta 'tantos mil contos' em uma fita, porque um filme não é uma arquitetura de efeitos, mas expressão visual de problemas;
[...]"

"Revisão crítica do cinema brasileiro", Glauber Rocha.