• Nomadland

    Nomadland

    ★★★★

    O tom documentarista de alguns momentos de Nomadland traz uma sensibilidade muito grande à obra ao tentar preencher os espaços que constituem a jornada de autorreflexão e de autodescoberta de Fern, espaços esses que existem muito mais para quem assiste que para a própria protagonista, que parece jamais encontrar respostas (e ela, muitas vezes, nem mesmo as está procurando). E são os muitos encontros, os diversos significados, as incontáveis jornadas, as numerosas buscas e a ausência do "adeus", mesmo em…

  • The Nest

    The Nest

    ★★★★

    I believe in Carrie Coon supremacy!

  • Bicycle Thieves

    Bicycle Thieves

    ★★★★★

    Acho que não há nada que eu possa falar sobre Bicycle Thieves que já não tenha sido dito. Marco do neorrealismo italiano, a obra seminal de Vittorio de Sica é daquelas que golpeiam profundamente o espectador e tornam impossível não se emocionar. Fiquei encantado demais não apenas pelo Antonio Ricci, um personagem muito bem interpretado por Lamberto Maggiorani (que, a propósito, não era ator), mas especialmente pelo Bruno Ricci, cuja presença em tela é capaz de maravilhar qualquer um. Os…

  • Minari

    Minari

    ★★★★½

    Acho que este é uma joia cuja preciosidade não cabe em palavras, então prefiro não me arriscar muito. Mas Minari me lembrou The Farewell, outra obra maravilhosamente bem construída: o carinho que inspira, a beleza dos diálogos, os momentos cômicos que enchem o coração de amor, os personagens (as atuações) cativantes, a trilha sonora que parece deixar tudo ao redor mais leve, as belas lições que "ensina".
    Nesse caos em que o mundo se encontra, Minari é um respirar tranquilo.

  • Casablanca

    Casablanca

    ★★★★½

    “We’ll always have Paris.”

  • Nobody

    Nobody

    ★★★★

    “Do svidanya!”

    John Wick fights for his wife's dog. Hutch Mansell fights for his daughter's kitty cat bracelet. That's exactly what I'm talking about.

  • The Father

    The Father

    ★★★★½

    Florian Zeller habilmente tece os momentos inicias de The Father (sobretudo a partir do diagnóstico que nós, espectadores, fazemos da condição de Anthony) como um thriller psicológico, o que colabora para a progressão dramática do resto da trama, que se desenvolve, à medida que mais e mais revelações nos deixam intrigados e surpresos, em um ritmo muito bem acertado. Emocionante e arrebatador, The Father é um grande filme, com um final de partir o coração, belamente protagonizado por Anthony Hopkins, um gigante da atuação.

  • Three Colors: Blue

    Three Colors: Blue

    ★★★

    Alexa, play Blue by Marina and The Diamonds

  • Run

    Run

    ★★★★

    O “equilíbrio” mental exigido pelos papéis de Sarah Paulson no cinema e na televisão me fascina.
    Só queria deitar minha mão no ombro dela, olhar em seus olhos e dizer, à beira da emoção e em busca de algum resquício de sanidade: “amiga, está tudo bem?”.

  • Stay

    Stay

    ★★½

    Tão pretensiosamente cheio de ideias, de transições que, a princípio, parecem geniais, mas cuja repetição as torna enfadonhas e bregas, de visuais estranhamente elaborados e de twists que não dão trégua que, ao final, já não sobra mais nada, apenas um grande vazio. Não resta nem mesmo o interesse em compreender o que se passou.

  • Godzilla vs. Kong

    Godzilla vs. Kong

    ★★★★

    Por mais que haja algumas bizarrices pseudocientíficas hilárias por aqui, Godzilla vs. Kong atende com louvor a todas as minhas expectativas, que podem ser resumidas em apenas uma frase: porradaria alucinante entre monstros lendários.
    Sirva o entretenimento bem gelado.

  • The Empty Man

    The Empty Man

    ★★★★½

    "We transmit. You receive."

    The Empty Man é, sem dúvida nenhuma, até agora, a melhor surpresa deste ano. Não havia assistido a trailer algum e mal li sua sinopse, então mergulhei nele sem quaisquer expectativas - boas ou ruins. E o que começa quase como uma creepypasta sobre aquelas tão famosas entidades que povoam as lendas urbanas se torna, gradualmente, um terror cujas nuances e complexidades conseguem escapar, por vezes, à compreensão - o que não é, ao contrário do…