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  • Fauna

    Fauna

    ★★½

    Metanarrativa que abre o caminho para falar sobre os papéis que interpretamos em nossas vidas, sobre até onde vai o significado de atuação , mas não me parece ir além dessa iniciativa inicial.

  • Sophie Jones

    Sophie Jones

    ★★★★

    "São pequenas intervenções autorais da diretora Jessie Barr, que se camuflam no meio do realismo, mas que fazem Sophie Jones especial na sua mise-en-scène. Um deles é quando a protagonista está com Kevin no quarto e ele está cantando enquanto toca violão. Repentinamente, a montagem salta no tempo, mostra momentos deles dois já na cama, trocando carícias e sem roupas, mas a voz dele cantando no passado continua em off, uma intrusa no tempo presente. Porém, quando achamos que houve…

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  • Exposed Fracture, Pt. I

    Exposed Fracture, Pt. I "Sleepwalker"

    ★★★★★

    Em 6 minutos eu vislumbrei Jean Painlevé (terror biológico animal), Stan Brakhage (experimentações formais que parecem ser direto na película), Tscherkassky (deformação dos corpos e do espaço), Maya Deren e Bruce Conner (o fascínio pelo movimento corporal, em especial o feminino) e Godard (jogo entre a sobreposição de imagens e palavras). E de diversas influências, nasce o filme magistral de Natália Reis.

  • Sertânia

    Sertânia

    ★★★★★

    Está para o Cinema Novo e Glauber Rocha assim como Signo do Caos está para o Cinema Marginal e Orson Welles. Ressurgimento. Looping, ciclo. Consciência do fazer fílmico e a homenagem como forma de resistência. Quem viu curtas do Sarno como "Vitalino/Lampião" e "Jornal do Sertão" sabe que o cinema do veterano diretor sempre teve em sua base o próprio ato de fazer um filme como forma de preservação da cultura e do mito. Uma forma de passar adiante.