Anima ★★★★

Ok, eu entendi alguma coisa sobre esse curta metragem? Não. Mas não significa que seja ruim. Anima é acima de tudo uma experiência sensorial. Acompanhar a jornada do protagonista embalado pela música melancólica de Thom Yorke (artista que eu, em minha humilde inaptidão musical, desconheço) e encantado pelo maravilhoso trabalho de coreografia é um deleite que faz os 15 minutos de duração parecem apenas 1. Paul Thomas Anderson ainda agrega bastante ao valor cinematográfico ao curta, construindo um ambiente opressor e onírico ao mesmo tempo, com uma cinematografia quase que produzida sob o efeito de LSD.