• Avengers: Endgame

    Avengers: Endgame

    ★★

    Vingadores: Ultimato está mais interessado em estabelecer uma relação metalinguística bem fútil com o público do que construir uma catarse em torno do luto previamente estabelecido, acaba desperdiçando todo seu potencial dramático em prol dum espetáculo requentado e inexpressivo.

    Estou dando minhas impressões atuais sobre filmes em uma nova conta: @pitacocinefilo.

  • Mission: Impossible - Fallout

    Mission: Impossible - Fallout

    ★★★★½

    Missão Impossível: Fallout não se limita ao espetáculo, ele abraça a ideia do Ethan Hunt como mito de uma maneira quase messiânica, sua moralidade é exaustivamente testada e sua força de vontade é (literalmente) esticada ao limite da Terra, chega a ser comovente.

    Estou dando minhas impressões atuais sobre filmes em uma nova conta: @pitacocinefilo.

  • Bohemian Rhapsody

    Bohemian Rhapsody

    ★★

    [44/100]

    Bohemian Rhapsody sofre demais tentando estabelecer uma narrativa, o filme só funciona quando está no palco.

  • Fyre

    Fyre

    ★★★

    [62/100]

    Fyre é bem convencional, só vale a assistida se você estiver por fora do acontecido.

  • Jennifer's Body

    Jennifer's Body

    ★★★½

    [68/100]

    Jennifer's Body acerta em cheio no caricato, o filme consegue contrabalancear o melodrama, a comédia e o terror de uma forma exemplar, é no contrapeso desses elementos que ele brilha, mas infelizmente é algo que vai se dissipando junto com uma de suas sacadas mais geniais (a alegoria ao 11 de setembro). O que resta ruma a uma conclusão um pouco mais funcional, mas ainda efetiva (com exceção daquele final forçado).

  • Under the Silver Lake

    Under the Silver Lake

    ★★½

    [52/100]

    Under the Silver Lake estabelece uma metalinguagem interessante em sua narrativa, mas não faz nada de muito especial com ela. É um filme que demanda muita atenção, mas tem dificuldade de recompensar essa atenção investida nele. O que salva são alguns momentos mais bem inspirados e uma ou outra cena que te pega de surpresa pelo absurdo.

  • The Hate U Give

    The Hate U Give

    ★½

    [28/100]

    The Hate U Give pode até ser bem intencionado, mas peca com artificialidades e passa vergonha com os apelos emocionais mais descarados.

  • First Man

    First Man

    ★★★★½

    First Man já valeria somente pela experiência sensorial absurdamente imersiva e impactante que ele é capaz de proporcionar, mas o filme não se limita a isso, sutilmente ele vai compondo um terceiro ato que ascende esses elementos previamente estabelecidos e ainda exerce seu verdadeiro potencial dramático de uma maneira poética, catártica e desoladora.

    Estou dando minhas impressões atuais sobre filmes em uma nova conta: @pitacocinefilo.

  • mid90s

    mid90s

    ★★★½

    Mid90s é bem intimista, pinta um retrato amplo e palpável de uma adolescência impulsiva e desregrada nos anos 90. O filme é bem enxuto e substancioso, se atém ao que importa de uma maneira direta, mas pouco sutil (o que pode ser um problema para alguns).

    Estou dando minhas impressões atuais sobre filmes em uma nova conta: @pitacocinefilo.

  • Asher

    Asher

    ★½

    [28/100]

    Asher é uma bagunça. O filme até começa bem, parece promissor, mas logo se perde de uma maneira tão desinteressante, tediosa e deselegante (com exceção do Ron Perlman, que por milagre conseguiu manter a compostura). A impressão que fica é de que reescreveram o roteiro às pressas durante a produção, numa tentativa desenfreada de sabotar o personagem que deu nome ao filme.

  • An Evening with Beverly Luff Linn

    An Evening with Beverly Luff Linn

    ★★★½

    [68/100]

    An Evening with Beverly Luff Linn é esquisitamente hilário, o filme tem um senso de humor bem particular que leva certo tempo para ser acomodado, mas que felizmente tem um potencial cômico muito forte. A forma como ele consegue criar uma relação entre tensão e o ridículo é particularmente especial, pois consegue de forma quase autoconsciente conciliar esses tons sem nenhum tipo de detrimento entre eles. Uma pena que esse tipo de relação seja abandonada em prol de um desfecho um pouco mais sóbrio, que depende de uma dramaticidade que o filme não é capaz de entregar.

  • Bad Times at the El Royale

    Bad Times at the El Royale

    ★★★½

    [73/100]

    Bad Times at the El Royale é bem interessante, o filme está sempre se reconstruindo e com isso recontextualizando suas situações e seus personagens, de inicio o apelo está mais na forma como ele pontua essas transições, mas aos poucos o filme vai se construindo em algo maior e mais uniforme, alcançando sua própria identidade e deixando a "pseudo-tarantinização-edgariana" de lado. É nesse momento que o filme brilha, dando vida as suas alegorias e exercendo seu potencial dramático.